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No balanço das horas, tudo pode mudar, já diziam Marty McFly e a banda Metrô. E é assim que essa história, inspirada em fatos reais, acontece. De tanto desejar viver na década perdida, Luisa consegue se transportar para os anos 80. Seria mais uma do De Lorean? Seria uma viagem ilícita? Ou simplesmente uma potente ferramenta do mundo virtual, conhecida como Dreams Realizator? Entre transformações políticas, amores juvenis, o despertar do rock nacional e muito gel com glitter new wave, essa viagem no tempo é, mais que tudo, uma viagem de descobertas. Em meio a essas revelações, Luisa reafirma seu amor pela cultura pop oitentista, desvenda os motivos pelos quais cantores meia-língua que faziam músicas sobre ursinhos de pelúcia causavam furor na mulherada, concluiu que as chacretes eram as pinups brasileiras e que o melhor lugar para alguns ídolos é realmente no pôster do armário que ficou na adolescência. Pena que não havia celular pra registrar tudo isso. Ou um plano de minutos que transpusesse a relação espaço-tempo. De volta pra casa, nossa heroína percebe que essa é a única década que já dura 20 anos*. E hoje vivemos tentando melhorar tudo o que aconteceu, mas com muito menos maquiagem e sem calças semi-bag. E, para garantir um toque de realidade em meio à viagem maluca de Luísa, algumas "testemunhas" da década (que dizem) perdida dão seus depoimentos sobre a cultura pop oitentista como Evandro Mesquita (Blitz), Clemente (Inocentes, Plebe Rude), Dé Palmeira (ex-Barão Vermelho), Luciano Nassyn (ex-Trem da Alegria), Guilherme Isnard (banda Zero), entre outros.

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Inserido por a 23 fev, 2012 na categoria História
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