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Existem algumas pessoas que, erguendo pacientemente as sobrancelhas, consideram que toda a realidade revestida a digital não deveria ser escrutinada: “porque é o futuro”; “temos“, invariavelmente, “que nos adaptar“. Contudo: nunca existiu uma divisão abrupta entre o velho e o novo. Circundamos um presente em constante mutação. O “social”, intemporal, está lá sempre: por baixo da matéria. É a resistência à critica, pelo contrário, que denuncia problemas de integração. Cracker: O Actor Invisivel Hacker não constitui a denominação mais correcta. Tem sido utilizada nos meios de comunicação por uma questão de “simplicidade“. O leitor parece ser, segundo esta visão, uma espécie de débil mental. Que não faz distinções. Para além do facto de ser expressão popular, Fica sempre bem no motor de busca. Chamemos-lhe, antes, Cracker: Criminal Hacker. Contudo: tal designação não passa, também, de generalização. Os rótulos proliferam: Gray- Hat; Lammer; Phreaker; Black- Hat. Tentando uma aproximação, mesmo que redutora: O Hacker, em princípio, constrói. Enquanto que o género de Cracker de que tratamos aqui, nos últimos tempos bastante noticiado, reverte, destrói ou modifica o trabalho do primeiro que, logo a seguir, tenta a reparação. O segundo poder-nos-á abençoar, de vez em quando e em jeito de espasmo, com uma mudança de intenção. Mais à frente a demonstração.

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Inserido por a 20 set, 2011 na categoria Opinião
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